proclamado a Virgem Santa, podesta ou lordmayor da cidade agora e sempre. Mas tudo isso não ajudou; não havia nada que ajudou. E quando as pessoas sentiam isto e a convicção cresceu mais forte aquele céu não vá ou não possa ajudar, eles não só deixaram a mentira de mãos deles/delas à toa no colo, enquanto dizendo, "Deixe vindo o que pode lá." Não, parecia, como se pecado tivesse crescido de um segredo, doença furtiva em um mau, aberto, pestilência furiosa que de mãos dadas com o contágio físico buscado matar a alma como o outro se esforçou para destruir o corpo, assim incrível era as ações deles/delas, tão enorme a depravação deles/delas! O ar era enchido de blasfêmia e impiedade, com os gemidos dos comilões e o uivando de bêbedos. A noite mais selvagem não escondeu maior debocheira que estava em pleno dia aqui comprometido. "Para-dia que nós comeremos, durante para-amanhã morremos nós!"--Era como se eles tivessem fixe estas palavras a música, e jogou em instrumentos múltiplos um concerto infernal nunca-terminando. Sim, se todos os pecados já não tivessem sido inventado, eles teriam sido inventados aqui, para lá era nenhuma estrada eles não teriam seguido na maldade deles/delas. O mais antinatural vícios floresceram entre eles, e até mesmo tais pecados raros como necromancia, magia, e exorcismo esteja familiarizado a eles, para lá eram muitos que esperado obter dos poderes de mal a proteção que céu não tido vouchsafed eles. Tudo que teve que ver com ajuda mútua ou piedade tinha desaparecido de as mentes deles/delas; cada um só teve pensamentos para ele. Ele que estava doente foi olhado em como um inimigo comum, e se acontecesse que qualquer um era infeliz bastante para cair na rua, esvaziado pelo primeiro, febre-paroxismo da pestilência, havia nenhuma porta que abriu a ele, mas com lança-pica e o arremesso de pedras eles o forçaram o tire do modo desses que ainda eram saudáveis.
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