Capítulo 13. A Visão de Desejo

obedeça. E o Tony se ressente com isto. Qualquer um que o ama pode o firmar--mas ninguém já o dirigirá. Quando eu tenho sido ido, vá você faz o que você pode para ele--para ele e para mim?" E Ann, enquanto segurando as mãos febris da mulher doente nela próprio fresco, teve prometido. "Eu farei tudo aquilo que eu posso", ela disse continuamente. "E se ele _does_ entram em dificuldades?" persistido Virgínia, o ansioso dela olhos que procuram a face da menina. Ann sorriu abaixo ao reassuringly dela. "Não preocupe", ela tinha respondido. "Se ele faz, por que, então eu o adquirirei fora de eles se é de qualquer forma possível." Dois dias depois, a Ann tinha se levantado ao lado da cama onde posição de Virgínia, diretamente, e ainda na paz absoluta e tranqüilidade conferenciou através de morte. O último dela palavras tinham sido de Tony. "Eu tenho 'deu' ele para você, Ann", ela tinha sussurrado. Somando, com um desfaleça, pequeno sorriso humorístico: "Eu tenho medo eu estou o deixando bastante um legado problemático." E agora, quase quatro anos depois, a Ann tinha percebido completamente que o tarefa de manter o Tony de dano do lado de fora estava por nenhum meios um fácil. Aqui, a Montricheux, porém, tinha sentido ela que ela pudesse relaxar a vigilância dela um pouco. Não havia nenhuma tentação a atrás "uma certeza" de qual alguns correndo amigo tido apprised ele, e, como o próprio Tony discontentedly declarado, as estacas permitidas às mesas de Kursaal eram tão pequenas que se ele jogasse todas as noites da semana que ele correu nenhum risco de fabricação ou perdendo uma fortuna. O perigo principal, ela refletiu, era que ele poderia ser enfadado e irritável--ela poderia ver que ele estava tendendo aquele modo--e então dificuldade surja entre ele e o tio dele, com quem estava ficando ele no Hotel a Gloria. Ela recordou a hesitação dele quando ela tinha lhe perguntado se

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