desculpas podres velhas que uma mulher oferece quando ela terminou de jogar com um homem e foi enfadado com ele. . . . Eu não tenho nenhum lugar para seu tipo de mulher. Eu conto you"--seu tom afundando em intensidade--"a esposa de qualquer comum labourer que cozinha e lava e cose durante o dia de homem dela dentro, dia fora, é uma dúzia de de valor de você! Ela sabe que o valor de amor que tem e valor trabalhando para. E ela trabalha. Não. Mulheres como você levam a alma de um homem e joga com isto, e quando você sujou e deformou isto fora de tudo semelhança para a alma Deus o deu, você devolve isto a ele e o pensa o clareie o dizendo 'não signifique!'" A fala amarga, severo com a dor profundamente arraigada e ressentimento que tinha incitado isto, danificado pelas defesas fracas de Magda e achou o desamparado e desarmado dela. Uma vez ela tinha proferido um grito lânguido de protesto, tentado o conferir, mas ele não tinha atendido a isto. Depois disso teve ela escutado com cabeça curvada, a respiração dela vindo e indo desigualmente. Quando ele tinha terminado, a face que ela ergueu a ele era branca como leite e a boca dela tremeu. "Obrigado. Bem, eu ouvi meu caráter agora", ela disse unsteadily. "EU--EU não saiba ninguém pensado em mim--goste isso." Ele a encarou--às linhas se inclinando da figura dela, o tremendo lábios, à expressão meio-atordoada dos olhos escuros. E de repente realisation da enormidade de tudo que ele tinha dito parecido vir a ele. Mas ele não parecia estar nada subjugado por isto. "Eu tenho medo que eu transgredi agora" além de perdão, ele disse curtly. "Mas--você pediu isto bastante, você sabe, não o fez?" "Sim", ela admitiu. "Eu penso que eu fiz--peça isto." De repente ela vomitou a cabeça dela e esteve em frente dele. "Se--se é alguma satisfação a você saber isto, eu penso que você pagou pelo menos alguma do contagem de seu amigo." Ela olhado para ele com uma surpresa curiosa, quase comovente. "Você--você doeu
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