Eu sou agora tão pequeno orgulhoso que eu lhe chamei que pergunte sua ajuda." "Qualquer coisa--qualquer coisa!" ele disse avidamente. "É bastante uma coisa grande que eu vou perguntar, eu tenho medo. Eu o quero," ela falou lentamente, como se focalizar a atenção dele, levar ao cuidado de meu criança--quando eu tenho sido ido." Ele encarou o doubtfully dela. "Mas o pai dela? Ele consentirá?" ele perguntou. "Ele está morto. Eu recebi as notícias da morte dele seis meses atrás. Há ninguém--ninguém que tem qualquer reivindicação nela. E ninguém em quem ela tem qualquer reivindicação, pequeno átomo pobre!"--sorrindo bastante amargamente. "Ah! Não faça me negue!"--as mãos magras, ansiosas dela se se pegar a o dele--não me "negue--diga isso você a levará!" "O negue? Mas, claro que eu sha não o negam. Eu só sou grato que você virou afinal a mim--que você não esqueceu totalmente!" "Esquecido?" A voz dela vibrou. "Me acredite ou não, como você vá, nunca houve um dia durante nove anos longos quando eu não tiver se lembrado--nunca uma noite quando eu não pedi Deus para o abençoar----" Ela rompeu, o funcionamento de boca dela incontrolavelmente. Muito quietamente, muito ternamente, ele a puxou nos braços dele. Havia nenhum paixão na carícia--para não era isto eventide, e o alongamento sombras de noite já pelo caminho dela?--mas havia infinito ame, e perdão, e entendendo. . . . "E agora, eu posso a ver--a pequena filha?" O crepúsculo tinha juntado sobre eles durante aquela hora quieta de reunião, em que tinham sido curadas lesões velhas, pecados velhos perdoados, e agora afinal eles tinham voltado junto fora do passado para o reconhecimento de tudo que ainda permaneceu fazer. Lá vindo um som de correr passos nos degraus fora--luz, passos ansiosos, flutuante com mocidade na que evidentemente não achou nenhum sofrimento o ascensão longa do nível de rua. "Escute!" A mulher pausou, a cabeça dela um pouco virou escutar. "Aqui ela
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