Capítulo 10. A Lua fora de Alcance

olhos violetas e aquela rosa-pétala esfolam de seu." Nan sorriu involuntariamente. "Não esteja tão florido, Maryon. Realmente, você e Penelope são muito bons antídotos para um ao outro! Ela há pouco me é dá uma conferência no erro de meus modos. Ela não desperdiça respiração em cima de meu aparecimento, abençoe o dela!" "O que é o crime?" "Falta de aplicação, desperdício de oportunidades, e inatividade geral." "É todo verdade." Rooke apoiou adiante, os olhos dele iluminados por momentâneo entusiasmo. Eles eram olhos curiosos--marrom castanho, com um enganar, suavidade neles isso atraiu a toda mulher que ele se encontrou. "É todo verdade," ele repetiu. "Você poderia fazer coisas grandes, Nan. E você não faz nada." Nan riu, meio-contente, meio-vexou. "Eu penso que você avalia em excesso minhas capacidades." "Não. Há muito poucos pianistas que têm sua técnica, e menos ainda, sua alma e poder de interpretação." "Oh, sim, há. Montões. E eles têm o que eu falto." "E isso é?" "O poder para segurar a audiência deles/delas." "Você falta que? Você que pode segurar um homem--" Ela arrombou excitedly. "Sim, eu posso segurar um homem--ou mulher. Eu posso jogar a alguns pessoas e cabo eles. Eu sei isso. Mas--eu não posso segurar uma multidão." Rooke a considerou pensativamente. Talvez era verdade que apesar de o charme dela, da fascinação constrangedora que a fez assim inesquecível--fez ele não sabe como inesquecível!--ela ainda faltou o tremenda força de personalidade magnética que penetra por um todo multidão das pessoas, diferindo impetuosamente como os postes, e leva eles fora em uma grande onda relativo a maré de entusiasmo e aplauso. "Pode ser verdade", ele disse, afinal, relutantemente. "Eu não o penso possua grande magnetismo animal! O seu é um mais evasivo, mais--como deva Eu pus isto?--uma atração mais spirituelle. . . . A esses toca, sorte pior, um mais duradouro."

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