de como tipo com o que é supremo no universo (v. 21). Assim, como Plotinus diz, a alma de homem pode saber só o divino tão longe como isto se conhece. Em uma passagem (xi. 19) Antoninus fala de um homem condenação dele quando o diviner separam dentro dele foi dominado e rende o menos honrado e para a parte perecível, o corpo, e seus prazeres totais. Em uma palavra, as visões de Antoninus em este assunto, porém as expressões dele podem variar, é exatamente que Bispo O mordomo expressa quando ele falar de "a supremacia natural de reflexão ou consciência", da faculdade "que inspeciona, aprova, ou desaprova os vários afetos de nossa mente e ações de nossas vidas." Muito assunto poderia ser colecionado de Antoninus na noção do Universo que é a pessoa o Ser animado. Mas tudo aquilo ele diz quantias para não mais, como observações de Schultz, que isto: a alma de homem é intimamente unido ao corpo dele, e junto eles fazem um animal que nós chamamos homem; assim a Deidade é unida intimamente para o mundo, ou o universo material, e junto eles formam um inteiro. Mas Antoninus fez não visão Deus e o universo material como o mesmo, qualquer mais que ele visto o corpo e alma de homem como um. Antoninus tem 110 especulações na natureza absoluta da Deidade. Não era a moda dele para desperdiçar o seu tempo em que homem não pode entender. [UM] Ele estava satisfeito que Deus existe, que ele governa todas as coisas, que o homem pode ter só um pretérito imperfeito conhecimento da natureza dele, e ele tem que atingir este conhecimento imperfeito por reverenciando a divindade que está dentro dele, e mantendo isto puro. [Um] "Deus de que está infinitamente além do alcance nosso estreito capacidades" (Locke, Ensaie relativo à Compreensão Humana, ii. rachadura. 17). De tudo aquilo foi dito, segue que o universo é administrado pela Providência de Deus ([grego: pronoia]), e que tudo são ordenadas coisas sabiamente. Há passagens em qual Antoninus
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