Capítulo 23. Pensamentos de Marcus Aurelius Antoninus

era um homem que conheceu usar palavras de um modo claro e com rígido consistência, nós deveríamos assumir, até mesmo se o significado dele em algumas passagens é duvidoso, que a visão dele de Natureza estava em harmonia com a convicção fixa dele o todos-penetrando, já apresente, e já energia ativa de Deus. (ii. 4; iv. 40; x. 1; vi. 40; e outras passagens. Compare Seneca, De Benef., iv. 7. Swedenborg, Sabedoria Angelical, 349-357.) Há muito em Antoninus que é duro entender, e poderia ser dito que ele não compreendeu tudo aquilo completamente que ele escreveu; que vai porém seja de nenhuma maneira notável, para isto acontece agora que um homem pode escrever isso que ele nem qualquer pessoa pode entender. Antoninus nos fala (xii. 10) olhar para coisas e ver o que eles são, enquanto os solucionando no material [grego: hyle], o casual [grego: aition], e a relação [Grego: anáfora], ou o propósito pelo qual ele parece significar algo na natureza do que nós chamamos efeito, ou fim. A palavra Caus ([grego: aitia]) é a dificuldade. Há a mesma palavra no Sanscrit (hetu); e os filósofos sutis de Índia e de Grécia, e os filósofos menos sutis de tempos modernos, tenha tudo usado esta palavra, ou uma palavra equivalente, de um modo vago. Ainda a confusão às vezes pode esteja na ambigüidade inevitável de idioma em lugar de na mente de o escritor, porque eu não posso pensar que algum do mais sábio de homens não fizeram saiba o que eles pretenderam dizer. Quando Antoninus diz (iv. 36), "isso tudo o que existe é até certo ponto a semente do que será," poderia ser suposto que ele diz o que alguns dos filósofos índios têm dito, e assim uma verdade profunda poderia ser convertida em um total absurdo. Mas ele diz, "até certo ponto", e até certo ponto ele disse verdadeiro; e de outra maneira, se você equivoca o significado dele, ele disse falso. Quando o Platão dito, "Nada já é, mas sempre é vistoso" ([grego: aei

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