Capítulo 35. Nosso Pequeno Primo coreano

noite prévia tinha sido. Desta refeição todo cordialmente participou de, para um Coreano nunca é culpado de ter um apetite pobre. Como sempre, levou para adquirir os pôneis corretamente carregado muito tempo e pronto a começo, e a manhã era quase meio- quando a procissão finalmente deixado o pátio da hospedaria. Uma vinte-milha marcha traria a festa para Tocar-chyoen, onde era proposto passar a segunda noite da viagem. O dia foi passado dentro muito a mesma maneira como o precedendo, entretanto, claro que cenas novas já provaram interessante a Yung Pak. Durante isto dia a festa teve que cruzar um rio que estava muito fundo vadear, e em cima de o qual havia nenhum tipo de ponte. Para a ajuda de viajantes um balsa-barco tinha sido provido. Este barco era um largo, apartamento-assentou, afazeres desajeitado. Poderia levar mas três pôneis de cada vez, com vários homens. Os homens em custo do barco estavam lentos e obstinados, e por conseguinte levou muito tempo para tudo comunicarem o rio. Estava aqui mesmo que um infeliz, contudo cômico, acidente aconteceu. Como no dia precedendo, o cozinheiro montou empoleirado no carga do pônei dele de chaleiras, panelas, e panelas. Ao montar ao longo de uma estrada boa a posição dele era precário bastante, requerendo todos seus melhores esforços para manter o seu equilíbrio. Quando a volta dele veio ir no balsa-barco, Ki Pak o aconselhou desmonte e conduza o pônei dele pela prancha que cobriu o aguado espace entre o banco do rio e o barco. Mas o cozinheiro era um coreano obstinado, como também uma ninharia preguiçoso, e recusou baixar, pensando ele poderia dirigir a besta dele seguramente pela gangue-prancha. Ordinariamente isto teria sido possível, mas neste particular ocasione, da mesma maneira que o pônei pisou na prancha, o barco deu um balance, a prancha deslizou, e ao mar foi pônei, cozinhe, e tudo. Para um poucos momentos havia bastante alvoroço e excitação para vestir qualquer um.

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