"Qual é seu nome, meu pequeno homem?" "Charles Ellis", era a resposta pronta. "Eu sou nomeado depois de meu pai." "E onde seu pai veio de, Charlie?" ele perguntou, enquanto olhando muito interessado. "De Savanah, senhor. Agora me fala onde _you_ veio de", Charles respondido. "Eu era de Nova Orleães", disse Sr. Winston, com um sorriso. "Agora me fale," ele continuou, "onde você vive quando você está com seus pais? Eu devo goste de ver seu pai." Charlie pôs o interrogador dele depressa dentro posse da informação desejada depois da qual Sr. Winston partiu, logo seguido pelos outros convidados. Charlie posição durante algum tempo que noturno na pequena cama dele antes de ele pudesse adquirir dormir; e entre o muitos assuntos que tão agitado a mente dele, era dele maravilha o que um dos convidados de Sra. Thomas poderia querer com o pai dele. Sendo incapaz porém, chegar a qualquer conclusão satisfatória que respeita isto, ele, se virado e foi dormir. CAPÍTULO IV. Em qual Sr. Winston acha um velho Amigo. Na parte cedo da carreira de Sr. Winston, quando ele trabalhou como um menino no plantação do pai dele, ele freqüentemente tinha recebido grande bondade ao mãos de um Charles Ellis sobre que foi empregado freqüentemente como carpinteiro o premissas. Em uma ocasião, como um grande favour, tinham lhe permitido acompanhar Ellis para a casa dele em Savanah que era mas alguns milhas distante, onde ele permanecido durante os feriados de Natal. Esta bondade que ele nunca teve esquecido; e no retorno dele para a Geórgia de Nova Orleães ele buscou para seu velho amigo, e achou ele tinha removido ao Norte, mas para qual particular cidade que ele não pôde averiguar. Como caminhou para casa ele, a semelhança forte de pequeno Charlie para o velho dele amigo se forçou nele, e o mais ele refletiu nisto o mais provável se apareceu que o menino poderia ser a criança dele; e a identidade de nome e ocupação entre o pai de Charlie e o velho amigo dele conduzido
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